A reportagem feita por Francine Spinassé, repórter do jornal A Tribuna, que abordou como a tecnologia e a inteligência artificial (IA) vão mudar o ensino nas universidades, é finalista da 9ª edição do Prêmio da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) de Jornalismo.
Os finalistas foram anunciados ontem, e o jornal A Tribuna foi o único veículo capixaba que chegou até a final.
“Estou muito feliz e honrada por ser finalista do 9º Prêmio ABMES de Jornalismo. Ver uma reportagem especial de A Tribuna entre as melhores do País sobre educação superior é um reconhecimento que me enche de orgulho”, declarou a repórter.
A série de reportagens ouviu especialistas, universidades e estudantes para debater um tema atual e de destaque, pontua a repórter.
“A série buscou mostrar como a IA e a tecnologia estão transformando o ensino superior e o mercado de trabalho, ouvindo especialistas, universidades e estudantes. Essa indicação valoriza um trabalho construído com muita apuração, escuta e dedicação para debater um tema tão atual”, pontuou.
A edição de 2026 contou com registro recorde de inscrições vindas de todo o País. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 4 de agosto, em Brasília.
A premiação foi criada com o intuito de valorizar produções que ajudam a ampliar o debate público sobre a educação superior brasileira, afirmou Janguiê Diniz, diretor-presidente da ABMES. “Em um momento de profundas transformações, o jornalismo de qualidade exerce um papel essencial ao contextualizar mudanças, combater simplificações e contribuir para que a sociedade compreenda a relevância da educação superior para o desenvolvimento do país”.
Debater a implementação da tecnologia na educação é necessário para garantir a melhoria no ensino, avalia Moacir Lellis, presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Espírito Santo (Sinepe-ES).
“As novas tecnologias ajudam para que possamos garantir educação de qualidade no nosso país, e melhorá-la puxa o desenvolvimento social como um todo. O Espírito Santo, hoje, é um Estado pujante, porque investimos em educação”.




